Wednesday, October 22, 2008

A NOVA NOVELA DAS OITO!!!


DIÁRIO DE VIAGEM : Juliana Paes, vestida como Maya, é confundida com uma indiana.
Para captar um pouco mais a rotina da Índia, a equipe da novela levantou às 6h da manhã e gravou com os atores nas ruas de Jaipur. A Choti Chopar, uma das praças mais importantes da cidade, e o Tripolia Bazaar foram algumas das locações escolhidas, por onde circulavam mulheres de saris coloridos, burcas e algumas – poucas – com roupas ocidentais, que se misturavam na confusão do dia. Se não fosse o aparato das gravações, Juliana Paes, também vestindo uma típica roupa indiana, poderia ser confundida com uma delas. “Será que ela é daqui? Tão bonita!”, comentavam alguns passantes.
Betty Gofman também se divertiu em uma cena em que sua personagem Dayse anda num elefante, como uma boa turista brasileira. Em meio ao trânsito de Jaipur, a atriz arrastou uma multidão de indianos que acenava para ela, sorridente, do asfalto.
Fique ligado em nosso Diário de Viagem e acompanhe de perto tudo o que acontece nas gravações da próxima novela das 20h na Índia, com estréia prevista para janeiro de 2008.
Pode parecer uma brincadeira do diretor artístico Marcos Schechtman e do assistente de direção Alexandre Klemperer. Mas a verdade é que os lenços no rosto serviam para protegê-los da poeira que havia na locação, que fica nas ruas de Jaipur, na Índia. “Chegava a irritar a garganta. Toda a equipe estava assim”, conta Alexandre.
Poeira à parte, a gravação foi um sucesso e, em janeiro, você poderá conferir o resultado na tela da TV. A próxima novela das 20h, de autoria de Gloria Perez e direção artística de Marcos Schechtman, vai trazer para o público brasileiro um pouco do universo indiano. Não perca!
Com apenas 21 anos, Isis Valverde já encantou milhões de espectadores depois de interpretar personagens extremamente carismáticos. A jovem, que veio da cidade de Aiuruoca, no interior de Minas Gerais, gravou as primeiras cenas de Camila, sua personagem na próxima novela das 20h, na Índia.
“Pessoas bem vestidas, um cheiro de pocã, rosas e damas-da-noite invadem o saguão, silencioso, com uma música moralista ao fundo, pessoas dialogam baixo, servis. Ouro pelos mais tímidos cantos do palácio. Trabalhadores noturnos agradecem todos os dias pelas noites mal dormidas.
Noite, um silêncio cai sobre a Índia. Foi quando me senti em casa e na paz desse sentimento… As Três Marias e o Cruzeiro do Sul foram brotando com seus pontos luminosos, no mesmo lugar de quando no Brasil, anos atrás, da janela da casa de minha mãe eram decifrados por mim nas noites frias de inverno, acompanhadas de chocolate quente e conversas familiares - às vezes indecifráveis para uma menina tão jovem.
De novo os pensamentos invadiam minha mente, perguntas, pressuposições, acusações e uma incerteza quase que proposital.
Mas ao longo de 20 dias e 20 noites meu peito foi achando uma nova Isis e uma nova Índia. A Índia dos indianos, a Índia da fé, das cores, do não desistir, da poesia, do viver no presente e não na cobrança do passado ou na ansiedade do futuro. A defensiva se despedia cada vez mais… Redescobri a Isis de Aiuruoca rodeada de terra e minhocas… Isis Nable, nascida em Belo Horizonte, filha do bioquímico Rubens e neta da mulher mais teimosa e feminista que já conheci - Dona Maria Nilse Senador. Essa é a Índia que eu quero levar para o meu infanto Brasil, o cheiro da pimenta que hoje se adequa ao meu paladar salivante, as crianças sujas que me ensinam danças misteriosamente sábias com as corridas rápidas em meio às muralhas já deterioradas pelo sol a pino de todos os dias.”

Tuesday, October 14, 2008


A PREVENÇÃO COMEÇA EM CASA!!

Pessoas, nos mais diferentes lugares, em cidades consideradas pacatas, em famílias ditas ´equilibradas´, são surpreendidas pela violência promovida pelas drogas. Adolescentes e jovens, na ilusão do prazer, com a vontade de descobrir e de sentir ´novas sensações´, são facilmente tragados por substâncias que têm a capacidade de transformá-los em verdadeiros escravos e ainda levá-los a praticar atos violentos, dentro e fora de casa.

A Palavra de Deus nos diz "Os loucos não pararão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a maldade." Salmo 5:5.Estes loucos são os que se envolvem principalmente com drogas, e não os doentes mentais que sofrem por uma debilidade humana.

A grande oferta de drogas e a difícil missão dos órgãos repressores em coibir ações criminosas de compra e venda dessas substâncias, muito contribui para a proliferação desse mal, porém isto não é motivo para afastar-se de Deus e de seus ensinamentos.

A falta de perspectiva do jovem num mundo de concorrência infernal, valores invertidos, desinformação, desigualdade social, ausência de referenciais positivos também contribuem.
A família é a maior sofredora e a maior perdedora nessa guerra. O lar é o ambiente ideal para se promover a prevenção. Acredito que a saída está na construção de relações fortes, diálogo, troca de informações, interesse no outro, criação de oportunidades para uma maior aproximação entre as pessoas, a começar em casa. É uma luta de todos nós!

Portanto meu caríssimo jovem reflita, e, corra agora mesmo para os braços do Senhor Jesus Cristo, antes que seja tarde demais e diga uma vez por todas, "Drogas na minha vida NÃO!!!! e o SANGUE DE JESUS TEM PODER!!!."

Tuesday, July 22, 2008

O Brasil pede explicaçõesReativação da IV Frota americana traz à tona fragilidade do Brasil na defesa de seu litoralSérgio PardellasNa manhã da terça-feira 15, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, recebeu um telefonema da secretária de Estado americana, Condoleezza Rice. Na conversa, a sempre educada e cordial Condoleezza deu explicações oficiais sobre a reativação da IV Frota da Marinha dos EUA, que após 58 anos voltou a atuar nas Américas do Sul e Central e no Caribe. Numa tentativa de tranqüilizar o chanceler brasileiro, ela assegurou que a iniciativa tem por objetivo a cooperação no combate ao tráfico de drogas e ao terrorismo, sem prejuízo ao respeito ao direito internacional, sobretudo "o direito do mar". Repetindo as palavras do chefe da diplomacia americana para a América Latina, Thomas Shannon, Condoleezza disse que a IV Frota é um "instrumento de paz" para a região. Apesar dos sinais tranqüilizadores emitidos por Washington, a volta da IV Frota fez ressurgir o debate sobre a soberania nacional e a integridade territorial do País. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo depois das explicações dos EUA, demonstra estar incomodado. Entre outras coisas, devido ao próprio reconhecimento da Marinha brasileira de que é incapaz de patrulhar o mar territorial brasileiro, uma área de 3,5 milhões de quilômetros quadrados. Por último, há ainda o temor de que a recriação da IV Frota fomente a corrida armamentista no subcontinente.Segundo o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, a reativação da frota americana reforça a necessidade de o Brasil reaparelhar sua Marinha. "A Marinha não está preparada para cuidar de suas atribuições constitucionais", admitiu Moura Neto. O almirante reconheceu que, hoje, a Marinha não tem embarcações para realizar o serviço de patrulhamento da costa brasileira a contento. A Força tem que lidar ainda com restrições orçamentárias. Este ano, segundo ele, o orçamento caiu de R$ 1,9 bilhão para R$ 1,5 bilhão. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, garante que o País ficará atento à movimentação americana na região. "Evidentemente, os americanos podem fazer o que bem entenderem, mas fiquem certos de que nas 200 milhas brasileiras a IV Frota não entrará", afirmou Jobim.A IV Frota foi criada pela Marinha dos EUA em 1943 para proteger navios brasileiros de ataques de submarinos alemães na Segunda Guerra Mundial. Foi desativada em 1950, com o deslocamento das atenções dos Estados Unidos para a então URSS. Reativada oficialmente no último dia 12, agora a IV Frota terá sob sua responsabilidade mais de 30 países do continente, cobrindo 15,6 milhões de milhas. Seu comandante é o contra-almirante Joseph D. Kernan, que chefiou o grupo de elite Seal, comando de operações especiais da Marinha americana.A SINETA NA BASE DE Mayport, na Flórida, tocou pouco antes das 11h da manhã do sábado 12. Logo em seguida, o almirante Gary Roughead anunciou: "Não se enganem: essa frota estará pronta para qualquer operação, a qualquer hora e em qualquer lugar." Estava restabelecida, após 58 anos, a 4ª Frota da Marinha americana. À frente dela está o almirante Joseph Kernan, que já esteve em ação no Iraque e no Afeganistão. O anúncio foi o bastante para suscitar pedidos de explicações dos presidentes da América do Sul, alvo da divisão recriada. "Descobrimos petróleo em toda a costa e queremos que os Estados Unidos nos expliquem a lógica dessa frota", bradou o presidente Lula. De fato, tanto o Palácio do Planalto quanto o Itamaraty tremeram com o anúncio da 4ª Frota. As recentes descobertas nos campos de Tupi podem levar o Brasil ao oitavo lugar no ranking dos maiores produtores mundiais de petróleo e o caso precisou ser remediado pela secretária de Estado americana, Condoleezza Rice. "Está havendo apenas uma reestruturação operacional dos recursos destinados à região", explicou Condie ao chanceler Celso Amorim. A 4a Frota possui nove embarcações - além de um porta-aviões à disposição - e um efetivo de 120 militares. Diante desse arsenal, a Marinha brasileira está preparada para reagir em qualquer eventualidade?A situação da esquadra brasileira não é das melhores. Do orçamento inicial para este ano, de R$ 2,6 bilhões, apenas R$ 1,5 bilhão foi liberado até agora. Especialistas militares afirmam que metade dos navios e submarinos da Marinha encontra-se imobilizada. O Comando Militar não reconhece a informação, mas admite que, para dar início a um processo de recuperação de força, o governo deveria investir, pelo menos, R$ 5 bilhões ao ano. O prejuízo poderia ser menor se o que cabe à Marinha na partilha dos royalties vindos do petróleo, algo como 15% da receita total, fosse corretamente aplicado na Força. Até o ano passado, o estoque "confiscado" pela equipe econômica era de R$ 3,1 bilhões. "Não estamos sucateados, mas certamente defasados", admitiu à DINHEIRO o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto. Fazendo milagre com o pouco que tem em caixa, Moura Neto mandou construir dois navios-patrulha, com entregas previstas para 2009 e 2010. Na semana passada, uma licitação foi aberta para a construção de mais quatro, ao custo de R$ 80 milhões cada. Para duplicar apenas esta frota, que poderá vigiar os campos de petróleo em alto-mar, o comandante da Marinha pede R$ 2,16 bilhões. "Ou é isso ou não estaremos preparados para tomar conta das nossas águas."Mesmo ciente da situação de penúria, Moura Neto não compartilha da preocupação com a reativação da 4ª Frota. "Não tenho de me preocupar se um país, de forma soberana, decide redistribuir suas forças", explica. A aparente descontração pode ser explicada por uma tese que circula no Ministério da Defesa. O verdadeiro alvo dos navios americanos que voltaram a circular pelas águas do Atlântico Sul seria a China. Cerca de 90% do comércio mundial circula pelos mares. A China vem respondendo por um terço deste total. Numa volta aos preceitos básicos das conquistas marítimas, os chineses passaram a estabelecer bases navais em pontos estratégicos para suas rotas comerciais. Até 2010, por exemplo, estará pronta a das ilhas Maldivas. O mesmo tem ocorrido nas negociações sino-africanas. "Os Estados Unidos podem até estar de olho no petróleo brasileiro, mas o interesse real é na movimentação chinesa", admite Riordan Roett, da Universidade Johns Hopkins.
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